Buyback
O cliente entrega um aparelho usado como parte do pagamento de um novo. Para fechar a compra ele precisa de um valor agora, mas o valor real depende do estado do aparelho, e o estado real só é conhecido dias depois, quando alguém o examina, com o pedido já feito e o pagamento já orquestrado.
O que eu construí
A conciliação entre as duas avaliações, a que o cliente faz e a da conferência, com desfecho automático quando batem, e caminho próprio quando não batem.
O tratamento das divergências como quatro situações distintas, e não como uma só: estado diferente do informado, aparelho diferente do enviado, aparelho que não chegou, e aparelho que não podia ter entrado no programa. Cada uma leva a uma ação diferente: renegociar, devolver, acionar transportadora, recusar.
A integração com o programa de recompra do fabricante, e a amarração com o meio de pagamento: o crédito da recompra entra como forma de pagamento da venda nova, decidido pela mesma plataforma que decide todo o resto. Ver Pagamentos e antifraude.
O que isso destrava
Divergência deixa de ser exceção. Cada tipo de discordância tem um caminho e um responsável, em vez de virar decisão caso a caso na hora em que aparece.
O cliente recebe um valor na hora sem a empresa assumir o risco integral. É o que torna a recompra viável no balcão: a estimativa fecha a venda, a conferência corrige, e existe um caminho combinado para quando as duas discordam.
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