Projetos

Monitoramento industrial

Plataforma de OEE (eficiência global de equipamento) que lê telemetria de máquina e devolve indicador em tempo real para quem opera.

Por que este é diferente para mim

Passei oito anos e oito meses na operação industrial antes de entrar em tecnologia. Isso não me deu as regras deste processo, que eu levantei como levantaria as de qualquer outro. Me deu familiaridade com o ambiente e uma noção concreta de como uma operação funciona, o que ajuda na análise e é diferente de já saber a resposta.

O que eu construí

A leitura da telemetria, o armazenamento da série histórica, o cálculo dos indicadores, o painel em tempo real, e o terminal que a operação usa no turno, que continua funcionando sem rede e sincroniza quando ela volta.

E o motor de regras que define o que conta como parada, configurável por quem opera. Regra que muda por linha e por produto, quando fica no código, transforma cada ajuste em demanda.

A decisão que eu tomei tarde demais

A política de resolução de conflito entre terminais é última escrita vence, pelo relógio do aparelho. Ela foi definida durante a implementação, e não na fase de projeto.

Funciona, e é provavelmente a escolha que eu faria de qualquer jeito. O que me incomoda é ela ter aparecido como consequência em vez de decisão, e as duas se parecem enquanto nada dá errado.

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Pablo Mickael Quevedo Senior Software Engineer · Novo Hamburgo, RS