Trajetória
| Período | Cargo | Duração |
|---|---|---|
| abr/2013 – nov/2021 | Production Assembler | 8 a 8 m |
| nov/2021 – jul/2022 | IT Help Desk Assistant | 9 m |
| jul/2022 – nov/2025 | Backend Software Engineer (.NET) | 3 a 4 m |
| nov/2025 – atual | Senior Software Engineer | 9 m |
Chão de fábrica, 2013–2021
Oito anos e oito meses na operação industrial, montando produto. Não é uma linha de currículo a explicar: é o que me deu noção concreta de como uma operação funciona por dentro. Ver Monitoramento industrial.
Entrada em tecnologia, 2021–2022
Nove meses de help desk: suporte a sistema interno, apoio em banco de dados, demanda de infraestrutura. Foi a porta de entrada, e onde conheci o parque pelo lado de quem depende dele.
Engenharia, 2022 até hoje
O escopo cresceu em três degraus: de feature, para serviço inteiro com backend e frontend, para plataforma e padrão que outros times consomem.
O terceiro degrau é onde eu estou hoje. Boa parte do que eu construí continua sob a minha mão há três anos ou mais, e parte virou biblioteca que outros times instalam. O sinal que me interessa não é quantos sistemas eu escrevi, é quantos continuaram valendo a pena manter.
Fora do trabalho, escrevo e mantenho 5 bibliotecas públicas em .NET: Suíte PMQ.
Formação
- UNINTER: Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
- UNIFAEL: Pós-graduação Lato Sensu em Web Development
Seis certificações entre outubro de 2021 e dezembro de 2022, concentradas na transição de carreira: C# e orientação a objetos, Entity Framework Core, ASP.NET Core e formação multi-stack.
O que essa trajetória dá
A década dentro da operação antes da engenharia. Ela não me deu as regras de nenhum sistema que eu fui construir depois, mas deu o costume de olhar um sistema pelo lado de quem vai usá-lo no meio de um turno.
Ver Pablo Quevedo.